
Porque é que na maioria das vezes não conseguimos controlar as más acções?
Porque é que, depois disso, queremos tanto gritar "perdão" e as palavras não saem?
Música que entras em mim, penetras o mais fundo do meu ser. Música que te toco, te sinto e me deixo invadir por ti. Amamo-nos enfim, na escuridão da noite que apenas a lua sabe guardar em segredo...









Hoje somos novamente as mesmas personagens do mesmo filme. Gravamos as mesmas cenas vezes sem conta e esperamos um final que queremos que seja feliz. Não como da primeira vez, não como da primeira etapa em que o gravámos. Podíamos ter desistido, podíamos ter abandonado o barco e podíamos não estar aqui hoje, agora, a viver novamente a nossa vida, a reescrever sobre linhas férteis o teu e o meu filme, o filme da nossa vida. Mas estamos. E prometo que irei lutar para que, desta vez, o final não se repita. Como nos DVDs especiais, em que podemos ver as duas faces da mesma moeda, as duas possibilidades de final. Eu não quero chorar mais. Quero escolher o final feliz. E tu?
Seremos capazes?